Gestão autoritária na FSA provoca danos ao ensino da instituição

Gestão autoritária e personalista na FSA
Recentemente a direção da Fundação Santo André (FSA) desligou 40 funcionários técnico-administrativos e professores alegando que estes não prestaram concurso público. Não pagou nem os dias de dezembro trabalhados. A alegação é descabida e quem não prestou concurso foi o Reitor, que inclusive assumiu esta condição no jornal Diário do Grande ABC. Agora, numa atitude […]
03 de abril de 2019
Recentemente a direção da Fundação Santo André (FSA) desligou 40 funcionários técnico-administrativos e professores alegando que estes não prestaram concurso público. Não pagou nem os dias de dezembro trabalhados.
A alegação é descabida e quem não prestou concurso foi o Reitor, que inclusive assumiu esta condição no jornal Diário do Grande ABC.
Agora, numa atitude no mínimo suspeita, prestou um concurso e passou em primeiro lugar. Será que o processo visa “regularizar” a sua situação funcional? Se sim, o concurso seria mais uma confissão de culpa do que um processo ilibado e isento.
Para dar conta desta situação hilária, a Câmara Municipal de Santo André abriu uma CPI para investigar o caso aprovada pela quase totalidade dos vereadores e o MP abriu um inquérito civil para apurar o concurso com ares de ardil.
A instituição vive um dramático momento e a reitoria atual, dirigida pelo Sr. Francisco Milreu, mostrou incapacidade em gerir de forma democrática e os resultados dos vestibulares mostraram que o buraco se aprofunda. A FSA é um patrimônio do Grande ABC e é preciso de uma ação que envolva vários atores para o seu resgate.
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